Corrupção - O sintoma de um país moralmente doente

Todos os escândalos já deflagrados no Brasil desde a Constituição de 1988 culminaram agora no maior esquema de corrupção que se tem notícia na história do país. São bilhões de reais desviados dos cofres da então maior empresa do país, que sob a administração do governo do PT acumulou prejuízo sem precedente e, por conseguinte, perdeu não apenas seu valor de mercado, como também sua credibilidade.

O Brasil enfrenta diversos problemas (economia, saúde, educação, segurança pública, saneamento básico, pobreza, etc.), mas há um que atrapalha a resolução de todos os outros: CORRUPÇÃO.




Corrupção é um problema moral e para enfrentá-lo, não adianta pensarmos que basta somente investir mais recursos em educação. Um sistema educacional eficiente ajuda no aumento da produtividade e da renda e até pode, no longo prazo, transmitir bons valores morais, contribuindo para mitigação dos casos de corrupção. Porém, o papel das famílias é o mais importante para combater esse problema moral. São os exemplos e as orientações que as crianças recebem em seu convívio familiar que mais influenciam na formação moral do indivíduo.

Contudo, a melhoria da qualidade do ensino nas escolas e o fortalecimento das famílias só produzirá efeitos perceptíveis no diz respeito a melhoria da conduta moral dos cidadãos no médio e longo prazo.

No curto prazo, a maneira mais eficaz de se combater a corrupção é por meio de medidas corretivas, investigando, julgando e punindo os criminosos, e preventivas, reduzindo os potenciais de corrupção, retirando as ferramentas utilizadas pelos corruptos. Quanto maior a presença do Estado na economia, por meio de instituições públicas que movimentam altos volumes de recursos financeiros, maior será o potencial de esquemas fraudulentos e, portanto, maior será a possibilidade de haver corrupção.

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